SINDINUTRISP MANIFESTA DECEPÇÃO AO POSICIONAMENTO DA ANVISA SOBRE O GLIFOSATO

O SindiNutriSP está profundamente decepcionado com a declaração feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), em afirmar que não possui evidências de que o glifosato - principal ativo de herbicida utilizado no Brasil e no mundo - cause câncer. Segundo a Agência, depois de uma reavaliação toxicológica iniciada em 2008, foi concluído que a substância não apresentava características mutagênicas e carcinogênicas, além de não ser responsável por interferir na produção de hormônios no corpo humano.

Essa afirmação favorece empresas como a Monsanto - gigante multinacional estadunidense do setor de agricultura e biotecnologia - fabricante pioneira do glifosato. A empresa afirma não haver nenhum dado concreto que comprove a ligação de seu produto com o câncer, utilizando como base os estudos feitos pela Agência de Proteção Ambiental (EPA), que considera “não provável” que a substância cause a doença, se for usado corretamente. O que é um problema aqui no Brasil, já que a própria ANVISA admite a necessidade de melhorias na capacitação profissional para aplicação do produto.

Em 2015, sua utilização foi questionada pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), que classificou o ativo como “provável carcinógeno humano.” Para o IARC, a exposição ao glifosato causa danos ao DNA e cromossomos nas células humanas, bem como efeitos genotóxicos, hormonais e enzimáticos em mamíferos.

Apesar de ser o mais usado no mundo, muitos países estão tomando medidas mais severas sobre a utilização do produto. Porém aqui no Brasil, a situação parece andar de modo contrário aos outros países, pois o Congresso Brasileiro está para aprovar o PL 6.299/2002, conhecido como “PL do Veneno”, que prevê um afrouxamento das regras em relação à lei que regulamenta e fiscaliza os agrotóxicos no país. (Para saber mais sobre o assunto, clique aqui).

Entretanto, a decisão final sobre a regulação do glifosato, só será tomada após o período da consulta pública, de 90 dias. Ajude-nos a barrar essa regulação, acessando o link: Agência Nacional de Vigilância Sanitária





Fontes:

Revista Globo Rural

Revista Galileu

G1.com

Revista Globo Rural




       
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