PRODUTO ORGÂNICO – MELHOR PARA A VIDA - CAMPANHA NACIONAL PERMANENTE

“Orgânicos: Plantar educação para colher um futuro saudável” O Homem vem conseguindo, ao longo dos tempos, ampliar sua expectativa de vida. Esses anos a mais conseguidos de pouco valem se não puderem ser vividos com qualidade e bem-estar. O avanço do conhecimento na relação entre o que comemos e o aparecimento das principais doenças crônicas que normalmente surgem nas pessoas mais idosas, como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares, nos faz entender a importância da adoção de hábitos alimentares mais saudáveis e com produtos de melhor qualidade. O consumo de produtos orgânicos tem sido uma importante opção, em todas as partes do mundo, para acessar alimentos que podem contribuir, não só para a saúde de quem os consome, mas também para aqueles que os produzem, auxiliando assim para que possamos ter uma perspectiva de um futuro mais saudável para todos e para o Planeta.

“Orgânicos: Plantar educação para colher um mundo melhor”Um dos grandes desafios da humanidade é como viabilizar um processo de desenvolvimento que permita que tenhamos um mundo melhor para todos, não só de todos os que já habitam nosso planeta, mas também das futuras gerações. Esse desenvolvimento passa, necessariamente, por processos de produção e consumo que tenham por princípio: as limitações do Planeta do ponto de vista da disponibilidade de recursos naturais, a importância da justiça social para a redução das desigualdades, o ser humano como uma das espécies da rica biodiversidade que precisa ser valorizada e preservada, entre outros. Por serem esses princípios fundamentais para a vida, eles são também princípios que orientam a produção orgânica, por entender que a agricultura foi e continua sendo a base do processo de desenvolvimento de toda a humanidade e, portanto, não há como se pensar em construir um mundo melhor sem o repensar de nossos hábitos e práticas de produção e consumo no campo e na cidade.

“Orgânicos: Plantar educação para colher justiça social” É impossível pensar em desenvolvimento sustentável se esse desenvolvimento não estiver fortemente atrelado a processos que garantam mais justiça social para todos. Infelizmente o modelo de desenvolvimento que temos adotado em quase todas as partes do mundo tem levado a uma concentração exagerada de riquezas na mão de poucos, que são também os maiores consumidores de recursos naturais e geradores de impactos ambientais negativos gerados na produção dos bens de consumo e no descarte dos resíduos resultantes desse modelo de consumo. Essa lógica faz com que o grande objetivo, para o sucesso dos empreendimentos produtivos, seja reduzir os custos de produção para maximizar os lucros e, sendo assim, a redução dos custos de mão de obra são parte fundamental dessa estratégia. A produção orgânica tem entre seus princípios a valorização de todos os atores que atuam em todas as etapas da produção ao consumo por compreender que não poderemos ter alimentação de qualidade para todos se não houver justiça social no campo e na cidade.

“Orgânicos: Plantar educação para colher um planeta sustentável” O desenvolvimento da agricultura das últimas décadas passou a contar com o uso intensivo de recursos naturais não renováveis, seja no uso do petróleo para a intensa mecanização da agricultura e na produção de insumos agrícolas, seja no uso de reservas minerais para a produção de fertilizantes. Essa chamada modernização da agricultura vem trazendo também uma drástica redução da biodiversidade, tanto pela substituição de áreas de vegetação nativa por monoculturas como pela redução do número de espécies e variedades cultivadas. O movimento orgânico surgiu, em diferentes partes do mundo, justamente para fazer o enfrentamento a essa lógica de desenvolvimento por entender que esse processo não é sustentável e, consequentemente a produção em larga escala, obtida atualmente, compromete o equilíbrio do Planeta e inviabiliza o uso desses recursos finitos para as gerações futuras. Os conceitos de reduzir, reutilizar e reciclar aliados ao uso de tecnologias amigas da natureza como o uso de sementes crioulas, de adubação verde e de controle biológico são formas que a produção orgânica apresenta como alternativas para que possamos ter um planeta sustentável.

“Orgânicos: Plantar educação para colher saúde” Com a frase “Que teu alimento seja teu remédio e teu remédio seja teu alimento” Hipócrates, que é considerado o pai da medicina, há mais de 2.400 anos já tinha clareza da relação entre o que comemos e nossa saúde. Nas últimas décadas, motivados por propagandas indutoras do consumo, passamos a adquirir hábitos alimentares que levaram a uma explosão do número de pessoas obesas, trazendo junto o crescimento, em todas as faixas etárias, de doenças como diabetes, hipertensão, altas taxas de colesterol que levam a ampliação de gastos com tratamentos médicos. Aumento de despesas para tentar minimizar os impactos gerados pela má alimentação é só um dos problemas, já que todas essas doenças trazem impactos diretos sobre a qualidade de vida das pessoas. Uma das mudanças importantes para resolver esse problema está na mudança dos hábitos alimentares. O Ministério da Saúde em seu “Guia Alimentar para a População Brasileira” (2014) enfatiza a importância do conhecimento do que são os verdadeiros alimentos. Nesse contexto a produção orgânica e de base agroecológica trazem uma forte contribuição à saúde de todos, já que para os consumidores possibilita o acesso a alimentos mais ricos do ponto de vista nutricional e livres de resíduos de agrotóxicos; e para os produtores e trabalhadores rurais por evitar que tenham que manipular e aplicar esses produtos tóxicos.

“Orgânicos: Plantar educação para colher um consumo responsável” O desenvolvimento baseado na premissa de que quanto mais se consuma melhor, pois assim se gera mais empregos e renda, esbarra num problema que o Homem não tem como resolver, o planeta Terra tem limites. Não é mais possível, que com o conhecimento que temos dessa limitação e dos graves problemas ambientais e sociais que se espalham pelo mundo todo, que continuemos a consumir da mesma forma que estamos fazendo nos últimos tempos. É tempo de pensar num consumo responsável e sustentável. Temos que repensar nossos valores. O que compramos, o quanto compramos e onde compramos são partes fundamentais dessa transformação que o mundo necessita. As pessoas envolvidas em toda a rede de produção orgânica devem sempre estar atentas a esses pontos e, por isso, procurar fortalecer a produção local, os circuitos curtos e o mercado justo são características marcantes da produção orgânica em todo o Brasil. Aproximar o produtor do consumidor é uma das melhores formas para chegarmos ao preço justo, podendo o agricultor ser melhor remunerado e o consumidor pagar menos. Na venda direta podemos ter produtos mais frescos e, portanto, reduzir os desperdícios de alimentos. Buscar ser um consumidor responsável é um convite a sair da zona de conforto e ser parte na luta por um mundo melhor para todos.

“Orgânicos: Plantar educação para colher uma alimentação saudável” A alimentação adequada e saudável é um direito humano básico que envolve a garantia ao acesso permanente e regular, a uma prática alimentar adequada aos aspectos biológicos e sociais de cada indivíduo. Para tanto, é extremamente importante a possibilidade de acesso a uma grande diversidade de alimentos que possam viabilizar a ingestão dos minerais e vitaminas necessárias para a boa saúde e qualidade de vida. Mas isto só não basta, a forma como os alimentos são produzidos também tem uma relação direta tanto na quantidade de elementos benéficos como na potencial presença de substâncias nocivas à saúde como no caso de resíduos de agrotóxicos.


       
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