Tributação no Brasil
Tributação no Brasil
Por Diógenes Pierre Gonzales

Andando pela capital paulista é fácil perceber a grande desigualdade social em que vivemos. Estamos falando da maior cidade do país, da América Latina e do Hemisfério Sul! E, se temos esta situação aqui, deve ser, no mínimo, igual nas outras cidades do Brasil. Esta diferença social, onde verificamos que a renda esta muito mal distribuída, nos leva a refletir sobre o papel do Estado no desenvolvimento econômico e no sentido de diminuir as disparidades, também, na renda. A cada ano observamos mais pessoas morando nas ruas; homens, mulheres, idosos, crianças... muitas vezes acompanhadas de animais. Temos a impressão de que estamos “endurecidos” para esta realidade; que acostumamos, simplesmente, a conviver com isso.

BRASIL: UM DOS PIORES ÍNDICES DE DISTRIBUIÇÃO DE RENDA DO PLANETA

A própria Prefeitura de São Paulo fez um estudo que mostra que os ricos, (1% da população da cidade), detém 20% da renda; os pobres, (50% da população da cidade), ficam com apenas 10,57% da renda (dados publicados na Revista da Folha de São Paulo 3 a 9 de agosto de 2014).

A desigualdade é tamanha e perversa que, mesmo com a “crise econômica global”, o número de milionários no Brasil cresceu 6,2% em 2012, o que colocou o país entre as 12 maiores nações do mundo com investidores que tem mais de 1 milhão de dólares para aplicar (dados do Relatório sobre a Riqueza Mundial de 2013 elaborado pela KPMG em conjunto com a canadense RBC Wealth Management).

O PAPEL DO ESTADO PARA DIMINUIR DIFERENÇAS

Bem, independentemente de falarmos sobre religião, o ideal é que a Humanidade desenvolva a idéia de confraternização e ajuda mútua. Temos exemplos de boas ações que se multiplicam em todo o planeta. Contudo, para resolver o problema da desigualdade social em grande escala é fundamental a ação do Estado!

No boletim do SINDECON-SP (maio de 2015), os economistas lançam uma reflexão importante sobre o planejamento, a distribuição de renda, as contas públicas e. principalmente, a reforma tributária! Para a categoria, essas questões, se bem reorganizadas pelo Estado, podem proporcionar benefícios sociais e, é claro, maior qualidade de vida à população.

A INJUSTIÇA TRIBUTÁRIA NO BRASIL

Segundo dados do IPEA, as pessoas que ganham até 2 salários mínimos gastam 53,9% de sua renda pagando tributos. As que recebem mais de 30 salários mínimos despendem 29% dos ganhos com impostos. Mal dá pra acreditar, não é mesmo? Pense na dificuldade das inúmeras famílias brasileiras em sustentar a casa, pagar aluguel, comprar material escolar... Esse imposto arrecadado pelo Estado não volta em benefícios para quem paga.

O “Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo” ultrapassou, no mês de julho de 2016, a marca de 1 trilhão de reais pagos ao governo pelos brasileiros. Observe o número em algarismos: R$1.000.000.000.000,00. Isso daria para investir em EDUCAÇÃO (prioridade para uma sociedade desenvolvida e consciente), ou seja, por exemplo: contratar mais de 97 milhões de professores do ensino fundamental, por ano! Ou comprar 16 milhões de ambulâncias equipadas.
Sim! Daria para investir em tudo aquilo que pode aumentar a qualidade de vida!

Mas, é de conhecimento de todos que o retorno deste dinheiro em benefícios para a população está muito abaixo do esperado e necessário! Mais uma vez, o SINDECON-SP apresenta propostas que podem promover uma sociedade mais justa e equilibrada.

O SINESP, SINDICATO DOS NUTRICIONISTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO APOIA O SINDECON-SP, SINDICATO DOS ECONOMISTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO

O Dr. Ernane Silveira Rosas é apaixonado pela Nutrição e pela vida! O Presidente do SINESP observa que a saúde está desmantelada, em nosso país; a educação falida; os trabalhadores dos serviços públicos desmotivados, favorecendo a terceirização. Para o Dr. Rosas, a sociedade precisa se organizar em núcleos que se conversem criando soluções para os diversos problemas. Neste caso o SINESP E SINDECON-SP podem solicitar que os governos Municipais, Estadual e Federal cumpram deveres para com a população. Que os postos de saúde tenham remédios e profissionais; que as vias públicas estejam em boas condições; que os Nutricionistas sejam remunerados à altura, já que promovem a saúde da população, principalmente, das nossas crianças, por uma alimentação saudável e equilibrada na Merenda Escolar.

É preciso refletir... entender que os governantes estão à serviço dos cidadãos! Eles existem para melhorar a vida das pessoas e não para atender interesses próprios! O governante é um empregado do povo! Deve cumprir o trabalho com honestidade e transparência e prestar contas! Por isso temos que estudar e pensar bem: qual o melhor candidato para as próximas eleições? O SINESP apóia as propostas do SINDECON-SP! Trata-se de uma entidade de economistas que mostra que existe “Luz no fim do túnel”. Uma entidade muito séria e confiável, conclui o Dr. Ernane.

Para saber mais sobre o estudo do Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo, você pode ligar para (11) 3872-9880 ou entrar no site: www.sindeconsp.org.br


       
NUTRI NOTICIAS Nº 85
Edições Anteriores
NUTRI NOTICIAS Nº 84
NUTRI NOTICIAS Nº 83
NUTRI NOTICIAS Nº 82
NUTRI NOTICIAS Nº 81
ecoleo CVC
  INSTITUCIONAL JURIDICO CONTRIBUIÇÕES CURSOS BENEFÍCIOS +  
  Quem Somos Atendimento Associativas SindiNutri-SP Convênios LINKS  
  Palavras do Presidente Piso Salarial Sindical Parceiros Hotéis / pousadas CONTATO  
  Diretoria Atual Tabela de Honorários Confederativa Pós-Graduação      
  Colaboradores Convenções/Disssídios Assistencial        
  Estatuto Homologações Dúvidas Frequentes        
  Conheça o SindiNutri-SP            
  Sede São Paulo

Rua 24 de Maio, 104 - 8 andar - Centro - 01041-000
Fones: (11) 3337.5263 / 3338.2539
E-mail: sinesp@sindinutrisp.org.br
Horário de atendimento: 9hs às 17hs00 de 2ª à 6ª
 
2014 - Sindicato dos Nutricionistas do Estado de São Paulo
Desenvolvido por IZ3