SINESP PARTICIPA DA CRIAÇÃO DO FORUM, QUE COMBATE O USO DE AGROTÓXICOS
Por Diógenes Pierre Gonzales

A CÓLERA DO SÉC. 19 É O CÂNCER DO NOSSO SÉC.

O site, “observatoriosaudeambiental.eco.br”, publicou sérios estudos sobre os impactos dos agrotóxicos em municípios onde a sua utilização é maior. De acordo com os estudos estatísticos, os níveis de mortes por cânceres são significativamente maiores, assim como os casos de depressão e outras patologias crônicas.

A VIDA DEVE SER VIVIDA! VIDA COM SAÚDE!

Em alguns momentos, o debate sobre os impactos nocivos dos agrotóxicos na vida do planeta, foi alerta de Saúde Pública; foi, também, estatísticas de mortandade comprovada cientificamente de seres humanos, animais, abelhas, peixes, rios e da natureza, enfim...

Mas, tivemos a filosofia de vida: O Dr. Paulo Saldiva, da Universidade de São Paulo, propôs uma solução para resolvermos a “angústia de viver”. Seriam duas ações, segundo ele: a 1ª, algo que permeia a fé, o entendimento, a filosofia e as ciências naturais. A 2ª, gerada pelos valores, princípios e códigos morais. Mas, dentro dessas duas ideias existem duas forças antagônicas: os interesses da indústria, (que deveria facilitar a vida dos Homens e criar caminhos para consertar o que foi estragado no planeta desde a Revolução Industrial), e a saúde da população! É difícil um consenso entre os interesses econômicos da indústria do agrotóxico e o bem estar das pessoas e manutenção da vida, com saúde para todos os seres vivos. É preciso lembrar da interdependência entre tudo e entre todos: de que o bem estar do próximo é o nosso bem estar! E, já que o “lob” da indústria do veneno existe, (é incisivo e tem interesses obscuros), precisamos criar o “lob do Bem”!

OS AGROTÓXICOS E AS AUTORIDADES BRASILEIRAS

Mesmo com todas as comprovações científicas, a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo insiste em dizer que o aumento dos níveis de câncer, no país, é devido ao envelhecimento da população. E, por que no Japão, na Europa e em outros países, as pessoas envelhecem, mas, não morrem de câncer normalmente?

As explanações das Doutoras Sonia Hess, Maria Sarpa e Dr. Wanderlei Pignati, entre outras, deixaram a certeza ao auditório da Faculdade de Saúde Pública da USP, (totalmente lotado de autoridades, integrantes de sindicatos, representantes de entidades, jornalistas e estudantes), de que a causa dessas doenças crônicas é a contaminação do planeta por agrotóxicos. É uma indústria que gera mais do que doenças: gera o desmatamento, o comércio predatório da madeira, a destruição pelo transporte dessas mercadorias e um gigantesco impacto ambiental!

O Professor Wanderlei Pignati comprovou, com estudos científicos e revisão bibliográfica de pesquisa científica, (publicada no mundo inteiro), que os efeitos dos agrotóxicos em animais são os mesmos em seres humanos, como: os carcinogenia, alterações hormonais, desfunções no Sistema Nervoso Central e supressão do Sistema Imunológico. De acordo com estes estudos, a teoria de que a grande incidência de câncer se deve ao envelhecimento da população, é mentiroso. Adultos, jovens e, até, crianças, também, sofrem os efeitos do envenenamento por agrotóxicos!

O agrotóxico, também é responsável, segundo os estudos científicos, por mutações genéticas, má formação genética, microcefalia, disfunções cardíacas e circulatórias e geração de fetos com ausência de membros.

SER GENTIL, QUERER O BEM DA MÃE TERRA E DE TODOS OS SERES SENSCIENTES.

Esta é a missão de todos os seres humanos! Ser útil ao planeta e buscar a sua salvação! O agronegócio distorce os valores morais e éticos; compromete o custo da saúde pública. Milhões de vidas são sacrificadas em nome de interesses econômicos que favorecem uma parcela ínfima da população do planeta: os industriais do agronegócio com seus acionistas e os grandes latifundiários.

Já, as vertentes da AGROECOLOGIA, que são os fornecedores de alimentos de maior valor biológico e de um sistema de agricultura que gera e armazena a água, são, além de tudo, socialmente justos! Ecologicamente corretos porque não poluem e nem degradam o meio ambiente!

Contudo, os produtores ORGÂNICOS sofrem com a burocracia e altos encargos. No sistema atual, os valores parecem estar invertidos: são inúmeros pagamentos de certificações e preenchimentos de incontáveis documentos. O produtor de Orgânicos, que promove a vida, tem que comprovar a idoneidade das ações, enquanto que: quem utiliza os agrotóxicos na plantação e promove a morte e a doença, tem incentivos do governo! As empresas que vendem os agrotóxicos aos produtores de commodities, (convencionais que usam os agrotóxicos), estão livres de impostos e burocracias. O Dr. Ernane Silveira Rosas, presidente do Sindicato dos Nutricionistas do Estado de São Paulo, faz um alerta: “precisamos mudar, isso, o mais rápido possível! Ou, pagaremos uma conta muito alta! Difícil de ser paga!”

Assim, precisamos refletir sobre o consumo consciente! Sobre gerar o menor impacto, possível, à Mãe Terra! E exigir que todos os alimentos sejam saudáveis e ORGÂNICOS!

       
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